ÓVNIS

Relatório do Pentágono pode admitir "falhas catastróficas" no monitoramento de óvnis

Especialista cobra explicações a respeito da suposta negligência do Departamento de Defesa a respeito de objetos voadores não identificados
Por: HISTORY Brasil

Um relatório do Pentágono sobre óvnis que deve ser divulgado até junho pode revelar que as agências de inteligência dos Estados Unidos apresentaram falhas graves no monitoramento de óvnis. Ao menos é o que disse Luis Elizondo, ex-diretor do Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP) do Departamento de Defesa do país. Agora, especialistas cobram respostas a respeito desses supostos problemas de segurança.

Pentágono deve explicações sobre óvnis

Nick Pope, ex-oficial da Defesa Britânica que trabalhava na investigação de óvnis, diz que o documento do Pentágono pode esclarecer "potenciais falhas catastróficas de inteligência". Segundo ele, burocratas do Departamento de Defesa dos EUA devem explicações ao público caso tenham ignorado evidências de objetos voadores não identificados. Ele se refere a uma série de avistamentos que foram reconhecidos como autênticos pelas autoridades.



Os comentários de Pope vieram em resposta às declarações de Elizondo ao jornal New York Post. Na entrevista, o especialista em segurança aeroespacial levantou a possibilidade de que os óvnis sejam, na verdade, fruto de tecnologias avançadas de nações adversárias que estão sendo testadas sob as barbas das agências de inteligência dos Estados Unidos. Para Pope, se isso for verdade, seria uma falha das mesmas proporções dos atentados de 11 de setembro de 2001, que não foram impedidos por órgãos como a CIA.



Nos próximos meses, tanto a CIA quanto o FBI e o Pentágono devem liberar ao Congresso dos EUA tudo o que sabem sobre óvnis, de acordo com a Lei de Autorização de Inteligência para 2021.  Na esteira dessa iniciativa, o Departamento de Defesa dos EUA lançou um pedido de avaliação formal das ações do Pentágono em relação aos “Fenômenos Aéreos Não Identificados”. Um órgão independente do governo deve conduzir a investigação.

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Fontes: Fox News e New York Post

Imagens: Istock